Supernova

O que causa uma Supernova?

Uma supernova acontece quando há uma mudança no núcleo, ou centro, de uma estrela. Uma alteração pode ocorrer de duas maneiras diferentes, com ambos resultando em uma supernova.

difference-between-nova-supernova_23ff70f2433c7763O primeiro tipo de supernova acontece em sistemas binários de estrelas. Estrelas binárias são duas estrelas que orbitam o mesmo ponto. Uma das estrelas, uma anã branca de carbono-oxigênio , rouba a matéria de sua estrela companheira. Eventualmente, a anã branca acumula muita matéria. Ter muita matéria faz com que a estrela exploda, resultando em uma supernova.

O segundo tipo de supernova ocorre no final da vida de uma única estrela. À medida que a estrela se esgota de combustível nuclear, parte de sua massa flui para dentro de seu núcleo. Eventualmente, o núcleo é tão pesado que não pode suportar sua própria força gravitacional. O núcleo desmorona, o que resulta na explosão gigante de uma supernova. O sol é uma única estrela, mas não tem massa suficiente para se tornar uma supernova.

Por que os cientistas estudam supernovas?

crab_nebulaUma supernova queima por apenas um curto período de tempo, mas pode dizer aos cientistas muito sobre o universo.

Um tipo de supernova mostrou aos cientistas que vivemos em um universo em expansão, que está crescendo a um ritmo cada vez maior.

Os cientistas também determinaram que as supernovas desempenham um papel fundamental na distribuição de elementos em todo o universo. Quando a estrela explode, atira elementos e detritos para o espaço. Muitos dos elementos que encontramos aqui na Terra são feitos no núcleo das estrelas. Estes elementos viajam para formar novas estrelas e planetas.

Como os cientistas procuram Supernovas?

Cientistas usam diferentes tipos de telescópios para procurar e estudar supernovas. Alguns telescópios são usados para observar a luz visível da explosão. Outros registram dados dos raios-X e raios gama que também são produzidos. Tanto o telescópio espacial Hubble da NASA como o observatório Chandra X-ray capturaram imagens de supernovas.

Em junho de 2012, a NASA lançou o primeiro telescópio em órbita que focaliza a luz na região de alta energia do espectro eletromagnético. A missão NuSTAR tem um número de trabalhos a fazer. Ele vai procurar estrelas colapsadas e buracos negros. Também procurará pelos restos de supernovas. Os cientistas esperam aprender mais sobre como as estrelas explodem e os elementos que são criados por supernovas.

Supernovas

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Algumas supernovas

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Surprise! Pluto May have Clouds

Lights in the Dark

Alleged clouds in Pluto's atmosphere imaged by New Horizons, highlighted by a Southwest Research Institute scientist (NASA/JHUAPL/SwRI)Alleged clouds in Pluto’s atmosphere imaged by New Horizons, highlighted by a Southwest Research Institute scientist (NASA/JHUAPL/SwRI)

We could be calling it Cloudgate—”leaked” information from internal emails identifying structures in Pluto’s already hazy atmosphere that could very well be clouds, based on a March 4 article in New Scientist.

The image above shows sections of an image attached to an email sent by SwRI scientist John Spencer, in which he noted particularly bright areas in Pluto’s atmosphere. “In the first image an extremely bright low altitude limb haze above south-east Sputnik on the left, and a discrete fuzzy cloud seen against the sunlit surface above Krun Macula (I think) on the right,” he wrote.

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Um jeito muito simples e completo do que são ondas gravitacionais

As ondas gravitacionais são perturbações no tecido do espaço-tempo. Se você arrastar sua mão na água, irá notar que causará ondulações. De acordo com Albert Einstein, a mesma coisa acontece quando os objetos pesados ​​se movem através do espaço-tempo.

De acordo com a teoria geral da relatividade de Einstein, o espaço-tempo não é um vazio, mas sim um “tecido”, de quatro dimensões que pode ser empurrado ou puxado quando objetos são movidos através dele. Essas distorções são a verdadeira causa da atração gravitacional.

Confira o vídeo abaixo muito autodidático produzido pela Piled Higher and Deeper explicando sobre a teoria das ondas gravitacionais, e como provaram sua existência.

 

A partir desse estudo desvendaram o espectograma das ondas gravitacionais:

Comparação do Tamanho dos Planetas

Os desenhos dos planetas no Sistema Solar muitas vezes são inseridos de maneira desproporcional nos livros didáticos para crianças.

Muita gente pode imaginar as proporções dos planetas de acordo com a figura, em que o tamanho de Júpiter muitas vezes pode ser comparado ao tamanho do Sol. Na realidade, o Sol tem um tamanho gigantesco comparado a Júpiter, que é o maior dos planetas do Sistema Solar. Abaixo está uma comparação entre o Sol, o não mais tão gigante Júpiter e outros planetas menores.

sistema_estelar_escala_3_470

O Sol é 9,7 vezes maior que Júpiter e 109,1 vezes maior que o nosso planeta! Eis aqui uma comparação entre os demais planetas do sistema solar.

sistema_estelar_escala_2_470

Fazendo uma representação dos planetas em que o Sol tem 80 centímetros de diâmetro, os demais planetas passam a ter:

  • Mercúrio: 2,9 milímetros;
  • Vênus: 7 milímetros;
  • Terra: 7,3 milímetros;
  • Marte: 3,9 milímetros;
  • Júpiter: 82,1 milímetros;
  • Saturno: 69 milímetros;
  • Urano: 29,2 milímetros;
  • Netuno: 27,9 milímetros;
  • Plutão: 1,3 milímetros.

25t01Aqui ao lado está o diâmetro de cada um dos integrantes do Sistema Solar.

Saindo um pouco desta dimensão e partindo para um mundo muito mais gigantesco, nota-se que o Sol está longe de ser o maior astro conhecido. Acima disso estão outros gigantes ainda maiores, como Sirius, Pollux, Arcturus, Aldebaran ou a maior estrala conhecida, o super hiper mega grandioso Antares, sendo 700 vezes maior que o nosso Sol, localizada no meio da constelação de Escorpião; é considerada o coração de Escorpião devido à sua coloração avermelhada. Veja só as imagens ilustrativas com as representações:

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Agora você, que se acha a bolachinha mais gostosa do pacote, saiba que você é um ser minúsculo perto dessas grandiosidades.

Referências:

VELCHI, Anderson; BRITO, Alessandro Ferreira; VALENTIM, Delma Barbosa; GOZZI, Maria Estela; SAMPAIO, Anderson Reginaldo; VISCOVINI, Ronaldo Celso. Modelo dinâmico do Sistema Solar em actionscript com controle de escalas para ensino de astronomia. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-11172013000200025;

CANALLE, João Batista Garcia. Instituto Astronômico e Geofísico da USP. Comparação entre os tamanhos dos planetas e do Sol;

APOLLO11. Compare o tamanho dos planetas nesta escala do Universo. Disponível em: http://www.apolo11.com/escala_planetas.php.